É possível estimular uma mama a produzir leite? Saiba mais sobre a relactação e translactação.

Atualizado: Out 17

O corpo humano é uma máquina realmente incrível, principalmente quando o assunto é o ato de amamentar! Rico em proteínas, açúcares, gorduras, vitaminas, anticorpos e glóbulos brancos que protegem o bebê de algumas doenças e infecções, o leite materno é capaz de suprir toda a demanda nutricional da criança durante os primeiros meses de vida.


Mas, você sabia que esse alimento tão completo também pode ser produzido por uma mulher que nunca engravidou? Através da estimulação adequada, o leite também pode voltar a sua capacidade de produção em mulheres que já amamentaram em algum momento da vida.


As técnicas de translactação e relactação possuem inúmeras indicações, desde o aumento da produção de leite materno, até mesmo ao estímulo da produção em mães adotivas que nunca engravidaram. Elas também podem ser utilizadas na complementação do aleitamento, quando a mãe não consegue amamentar de forma natural por alguma razão.

Para elucidar um pouco o assunto, confira abaixo quais são as diferenças e indicações destes dois métodos.



Relactação


A relactaçao é um termo utilizado para mulheres que já amamentaram em algum momento da vida e querem voltar a produzir leite para alimentar um bebê, seja ele biológico ou não.

O objetivo é estimular a produção endógena do leite materno, usando o estímulo do próprio bebê ao seio enquanto ele se alimenta de outro leite que não o da sua mãe (podendo ser leite materno doado e pasteurizado ou fórmula infantil).


A relactação é aconselhada nos seguintes casos:

  • Mulheres que não puderam amamentar seus bebês, logo após o nascimento, por internação materna ou do bebê.

  • Mulheres que apresentam alguns casos de hipogalactia, que é a diminuição da produção de leite materno.

  • Mulheres que adotaram um bebê e desejam amamentá-lo.

  • Bebês relutantes a sugar a mama da mãe.

Translactação


A translactação é uma técnica indicada quando a mãe tem a produção de leite materno, mas, por alguma razão, precisa complementar a cada mamada.


Este também é um método muito usado para o complemento em bebês prematuros que ainda não aprenderam a sugar o seio.


Alguns casos em que a traslactação é indicada:

  • Quando houve cirurgia mamária e há o comprometimento de ductos ou glândulas.

  • Quando não há estímulo correto do seio e a produção é fisicamente afetada.

  • Quando se trata de um bebê prematuro e não é possível alimentá-lo diretamente no seio ou em copinho.

Como funcionam essas técnicas?


O método é o mesmo, tanto para a relactação, quanto para a translactação. Uma sonda é acoplada a um recipiente que contenha leite (preferencialmente o leite materno, mas há situações em que é necessária a utilização do leite artificial) e a outra extremidade da sonda é presa ao bico do seio da mãe por um esparadrapo.


Assim, ao mamar no seio, o bebê acaba sugando também esse leite, como um “canudinho”. O movimento de sucção do bebê contribui naturalmente para a produção de leite na mama, por manter o estímulo. Além de contribuir para a manutenção da produção de leite materno, a translactação/relactação também pode ser um super aliado para o controle do ganho peso e, principalmente, para o estabelecimento do vínculo entre mãe e bebê!


É fantástico, porém é válido ressaltar que se trata de um recurso e não uma solução. Por isso, é imprescindível a ajuda de um profissional capacitado para uma orientação correta de cada caso.


Lembre-se: a amamentação tem um significado único para cada mulher e, se você deseja voltar a produzir leite para o seu bebê , mesmo que não seja biológico, motive-se e procure ajuda para iniciar o procedimento.


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