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Gravidez e amamentação podem reduzir o risco de menopausa precoce

Pesquisas recentes mostram que a gravidez e a amamentação podem estar relacionadas à redução do risco de menopausa precoce.


Um estudo examinou dados de 108.000 mulheres ao longo de várias décadas e descobriu que aquelas que engravidaram e amamentaram por períodos mais longos tinham menos probabilidade de ter menopausa precoce.


As mulheres que engravidaram uma ou mais vezes tiveram menor risco de menopausa precoce em comparação com aquelas que nunca engravidaram.


Da mesma forma, as mulheres que amamentaram exclusivamente por mais de um mês também tiveram menor probabilidade de apresentar menopausa precoce em comparação com aquelas que amamentaram exclusivamente por menos tempo.


A duração total da amamentação exclusiva teve um impacto significativo no risco de menopausa precoce, independentemente do número de gestações.


No entanto, a duração da amamentação além de 12 meses não pareceu diminuir ainda mais o risco. O maior benefício foi observado em mulheres que amamentaram exclusivamente por 7 a 12 meses, independentemente do número de gestações.




Essas descobertas fortalecem a evidência de que a gravidez e a amamentação podem desempenhar um papel importante na saúde das mulheres, incluindo a redução do risco de menopausa precoce.


Acredita-se que a amamentação exclusiva suprime a ovulação, retardando a diminuição dos níveis de estrogênio e proporcionando benefícios na densidade óssea, metabolismo e risco geral de mortalidade.


Essa pesquisa reforça a importância da amamentação não apenas para os bebês, mas também para a saúde das mães, especialmente em estágios posteriores da vida.


🔹Fonte de referência: Association of Parity and Breastfeeding With Risk of Early Natural Menopause

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